como mãe é besta…

ah, a gente é.

Gabriel, que hoje faz 7 meses, tá gribadinho. Rouco. Imagine, um bebê rouco. Corleonito. Aí ontem, no ápice do dengo da gripe, ele fala: Babõe. E olha profundamente, fazendo beicinho.

Acho que desde que mundo é mundo, as babões babonas bobonas escutam alguma coisa que elas sabem que se referem a elas, ou ao peito, e sentem esse orgulho besta. Digo besta, porque as melhores coisas da vida são assim, comuns. Tãaaaao arquetípico, tão único. Tão meu, foi.

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