na tormenta, em vôo livre

e se o vicio só fosse daquilo que eu sem saber via como motor? e se o vicio só fosse daquilo que sempre salvava nas noites de dor? e se o vicio só fosse o vazio às avessas, o véu de esteio da minha ilusão? e se a vertigem que agora me zonza a cabeça é clareza de ver a verdade? em vão?

não.

e se agora tá tudo tão solto que nem as palavras dão conta de nada?

do nada?

além?

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